Na paralisia obstétrica, a criança com síndrome de CLAUDE-BERNARD-HORNER apresentase com enoftalmia e:
- anidrose facial, com bom prognóstico.
- anidrose facial, com mau prognóstico.
- hiperidrose facial, com mau prognóstico.
- hiperidrose facial, com bom prognóstico.
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Conceito-chave
A síndrome de Claude-Bernard-Horner aparece quando a via simpática que vai para o olho e a face é interrompida. Essas fibras saem da medula pela raiz T1, por isso uma lesão do plexo braquial que arranca T1 da medula também corta essa via.
Os sinais:
ptose (pálpebra caída);
miose (pupila pequena);
enoftalmia (olho que parece afundado);
anidrose facial: sem o simpático, as glândulas sudoríparas daquele lado param de suar.
Por que o prognóstico é ruim: o Horner indica que T1 foi arrancada da medula (avulsão pré-ganglionar). Essas lesões não se recuperam sozinhas e não podem ser reparadas diretamente; a reconstrução depende de transferências de nervos de fora do plexo (intercostais, acessório, C7 do outro lado).
Na paralisia obstétrica, Horner é sinal de lesão total do plexo, o grupo 4 de Narakas, o de pior prognóstico.
Outros marcos de prognóstico: a volta do bíceps contra a gravidade até os 3 meses (Gilbert e Tassin) e o teste do biscoito aos 9 meses (levar o biscoito à boca). Sem eles, considera-se cirurgia.
Na prova: Horner na paralisia obstétrica = enoftalmia, anidrose facial e mau prognóstico.
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