Na semiologia da mão, a manobra clínica que corrige a garra ulnar demonstrada na imagem a seguir é descrita por:

- JEANNE.
- BOUVIER.
- DUCHENNE.
- ANDRE-THOMAS.
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Conceito-chave
Testes do nervo ulnar
| Teste | Músculo | Achado |
|---|---|---|
| Froment | adutor do polegar | flexão da IF do polegar na pinça lateral |
| Jeanne | adutor | hiperextensão da MF do polegar |
| Egawa | interósseos | incapacidade de desviar o médio para os lados com a mão espalmada |
| Wartenberg | 3º interósseo palmar | mínimo abduzido |
| Pitres-Testut | interósseos | cruzar os dedos |
| Duchenne | lumbricais 3 e 4 | garra ulnar |
Testes de outros nervos
| Teste | Nervo |
|---|---|
| Kiloh-Nevin (sinal do O) | interósseo anterior (mediano) |
| extensão do polegar / do punho resistidas | radial / NIP |
| Watson | não é neurológico (escafossemilunar) |
Garra ulnar (Duchenne)
- Sem lumbricais 3 e 4 e interósseos: extensor hiperestende a MF, flexores fletem as IF.
- Só no 4º e 5º dedos (lumbricais 1 e 2 são do mediano).
- Paradoxo ulnar: garra maior na lesão baixa (Guyon) que na alta, pois o FPD do 4º e 5º está preservado.
- André-Thomas: flexão do punho para estender os dedos por tenodese (compensação).
Manobra de Bouvier
- Bloquear a hiperextensão da MF: o extensor passa a estender as IF.
- Positiva: extensor íntegro e IF móveis → procedimentos estáticos (lasso de Zancolli, capsulodese).
- Negativa: garra rígida → transferências dinâmicas às bandas laterais.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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