A mão de GILLIAT-SUMMER é uma alteração característica de
- compressão vascular na síndrome do desfiladeiro torácico.
- compressão neurológica na síndrome do desfiladeiro torácico.
- compressão vascular na consolidação viciosa da fratura de clavícula.
- compressão neurológica na consolidação viciosa da fratura de clavícula.
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Conceito-chave
A síndrome do desfiladeiro torácico é a compressão das estruturas que passam entre o pescoço e a axila: o plexo braquial, a artéria e a veia subclávias. Pode ser neurogênica (a mais comum), arterial ou venosa.
A mão de Gilliatt-Sumner é o achado da forma neurogênica verdadeira. A compressão costuma ser causada por uma costela cervical ou uma banda fibrosa que estica o tronco inferior do plexo (C8 e T1).
O que se vê:
atrofia tenar maior que a hipotenar, sobretudo do abdutor curto do polegar, porque suas fibras vêm principalmente de T1;
perda de força na mão;
parestesia na borda ulnar do antebraço e da mão (nervo cutâneo medial do antebraço).
A pegadinha: atrofia tenar lembra túnel do carpo, mas aqui os sintomas sensitivos são do lado ulnar e o túnel do carpo está normal. Na eletroneuromiografia, o potencial sensitivo do cutâneo medial do antebraço está reduzido.
A clavícula: uma fratura consolidada com desvio ou calo exuberante pode estreitar o espaço entre clavícula e primeira costela e causar desfiladeiro, mas o epônimo "mão de Gilliatt-Sumner" se refere à forma neurogênica do desfiladeiro.
Na prova: mão de Gilliatt-Sumner = compressão neurológica no desfiladeiro torácico.
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