Na doença de KIENBOCK, a lesão da cartilagem articular na faceta do rádio e na superfície proximal do semilunar, segundo BAIN e BEGG é do tipo
- l.
- II.
- III.
- IV.
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Conceito-chave
Na doença de Kienböck (necrose avascular do semilunar), duas classificações se completam:
Lichtman olha a radiografia: o osso (esclerose, colapso) e o alinhamento do carpo;
Bain e Begg olham a cartilagem pela artroscopia: quantas superfícies articulares ainda funcionam.
Bain e Begg contam quatro superfícies em volta do semilunar: a faceta semilunar do rádio, a superfície proximal do semilunar, a superfície distal do semilunar e a cabeça do capitato. O grau é o número de superfícies sem função:
grau 0: todas funcionais;
grau I: uma superfície acometida, em geral a proximal do semilunar;
grau II: duas superfícies, tipicamente a proximal do semilunar e a faceta do rádio (ou, em outra variante, as duas do semilunar);
grau III: três superfícies, incluindo a cabeça do capitato;
grau IV: as quatro superfícies.
Por que importa: o tratamento depende do que sobrou de cartilagem. A ressecção da fileira proximal exige a faceta do rádio e a cabeça do capitato boas; se a faceta do rádio está gasta, ela perde sentido. Com quatro superfícies acometidas, restam a artrodese total ou a artroplastia.
Na prova: faceta do rádio e superfície proximal do semilunar = Bain e Begg II.
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