No polegar reumatóide, segundo a classificação de NALEBUFF, a deformidade em "botoeira" é característica do tipo
- I.
- II.
- III.
- IV.
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Conceito-chave
Na artrite reumatoide, o polegar desenvolve deformidades previsíveis, organizadas na classificação de Nalebuff pela articulação onde a doença começa.
Os tipos:
I: botoeira, a deformidade mais comum. A sinovite da metacarpofalângica (MF) estica o capuz extensor; o extensor curto se solta e o extensor longo escorrega para ulnar e volar. Resultado: MF fletida e interfalângica hiperestendida;
II: botoeira com subluxação da carpometacarpiana (CMC) associada, variante rara;
III: pescoço de cisne, que começa na CMC: a base do metacarpo subluxa, o metacarpo fecha em adução, a MF hiperestende e a interfalângica flete;
IV: polegar do guarda-caça, por frouxidão do colateral ulnar da MF;
V: pescoço de cisne por frouxidão da placa volar da MF, com a CMC normal;
VI: artrite mutilante, com perda óssea.
Tratamento do tipo I: no início, sinovectomia e reconstrução do extensor; com articulação destruída, artrodese da MF.
O problema desta questão: a botoeira característica é o tipo I; o gabarito aponta o tipo II, que é a botoeira com CMC acometida (veja o alerta).
Na prova: na classificação de Nalebuff, a botoeira típica do polegar é o tipo I.
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