Na enfermidade de DUPUYTREN, a estrutura responsável pela contratura primária da articulação metacarpofalângica é
- corda pré-tendínea.
- a banda espiral.
- o ligamento de GRAYSON.
- o ligamento de CLELAND.
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Conceito-chave
Na doença de Dupuytren, as estruturas normais da fáscia da palma e dos dedos se transformam em cordas doentes. Cada corda nasce de uma faixa normal e puxa uma articulação diferente.
As principais:
corda pré-tendínea: nasce da banda pré-tendínea da aponeurose palmar, que corre sobre os tendões flexores na palma. É a responsável pela contratura da metacarpofalângica (MF);
corda espiral: nasce da banda espiral, da lâmina digital lateral e do ligamento de Grayson. Causa a contratura da interfalângica proximal (IFP) e, ao se enrolar, desloca o feixe neurovascular para o centro e para a superfície, o que o deixa em risco na cirurgia;
corda natatória: nasce do ligamento natatório, entre os dedos, e limita a abertura dos dedos.
O ligamento de Cleland fica dorsal ao feixe neurovascular e é poupado pela doença. Serve de referência de plano na dissecção.
Por que a MF tem melhor prognóstico: a corda pré-tendínea é superficial e longe do feixe, a dissecção é segura e a contratura da MF quase sempre se corrige por completo. Já a contratura da IFP é mais difícil e recidiva mais.
Na prova: contratura primária da MF = corda pré-tendínea.
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