Na semiologia do punho, a instabilidade ligamentar semilunopiramidal é avaliada pelo teste de
- WATSON.
- LINSCHEID.
- MASQUELET.
- KLEINERT-LATARJET.
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Conceito-chave
O punho tem testes de estresse para cada ligamento entre os ossos da fileira proximal do carpo. A ideia é sempre a mesma: segurar um osso, empurrar o vizinho em sentido oposto e ver se aparece dor, ressalto ou frouxidão.
Os principais:
escafossemilunar: teste de Watson (*scaphoid shift*). O polegar do examinador empurra o polo distal do escafoide enquanto o punho vai de desvio ulnar para radial; com o ligamento roto, o escafoide sobe para o dorso e volta com um estalo;
semilunopiramidal (lunopiramidal): o examinador segura o semilunar com uma mão e o piramidal com a outra e os desliza em sentidos opostos. Esse teste de forças opostas aparece nas provas brasileiras como teste de Masquelet; na literatura internacional, os nomes mais usados são balote lunopiramidal (Reagan) e teste de cisalhamento de Kleinman.
A lesão lunopiramidal: é o estágio III da sequência de Mayfield. Isolada, deixa o semilunar seguir o escafoide em flexão, padrão chamado VISI (instabilidade do segmento intercalado volar). Na radiografia, o arco de Gilula se quebra entre semilunar e piramidal.
Na prova: instabilidade semilunopiramidal = teste de Masquelet, conforme o gabarito (veja o alerta).
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