O teste clínico para diagnóstico da síndrome do impacto ulnocarpal é realizado aplicandose compressão axial do punho associada à
- hiperflexão e desvio ulnar.
- hiperflexão e desvio radial.
- hiperextensão e desvio ulnar.
- hiperextensão e desvio radial.
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Conceito-chave
A síndrome do impacto ulnocarpal é a sobrecarga entre a cabeça da ulna e o lado ulnar do carpo (semilunar e piramidal), com o complexo da fibrocartilagem triangular (CFCT) espremido no meio.
Quem tem: pacientes com variância ulnar positiva, isto é, ulna mais longa que o rádio. Pode ser constitucional ou adquirida, como depois de uma fratura do rádio distal que consolidou encurtada.
O teste de impacto ulnocarpal aproxima o carpo da ulna:
o desvio ulnar empurra o carpo contra a cabeça da ulna;
a hiperextensão fecha ainda mais o espaço;
a compressão axial acrescenta carga.
O teste é positivo quando reproduz a dor no lado ulnar do punho. Movimentar o antebraço em pronação e supinação com essa carga aumenta a sensibilidade.
Exames: radiografia de frente com o punho cerrado em pronação, que aumenta a variância e mostra melhor o problema. A ressonância mostra edema na face ulnar do semilunar e lesão degenerativa do CFCT.
Tratamento: órtese e evitar desvio ulnar com carga. Se falhar, osteotomia de encurtamento da ulna, ou ressecção parcial da cabeça da ulna (*wafer*) quando a variância é pequena.
Na prova: impacto ulnocarpal = compressão axial com hiperextensão e desvio ulnar.
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