Na sinostose radioulnar congênita, em um paciente com acometimento unilateral e o antebraço em posição neutra, o tratamento preferencial é
- o não cirúrgico.
- a ressecção da sinostose.
- a ressecção da sinostose com interposição.
- a osteotomia e fixação com o antebraço em pronação.
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Conceito-chave
Na sinostose radioulnar congênita, rádio e ulna ficam unidos na parte proximal e o antebraço não gira. O que define o tratamento é em que posição ele ficou travado e quanto isso atrapalha a vida da criança.
Por que a posição importa: com o antebraço perto da posição neutra, a mão consegue levar comida à boca, escrever e segurar objetos. O ombro e o punho compensam bem a falta de rotação. Em pronação acentuada (palma virada para baixo, acima de cerca de 60°), a criança não consegue receber objetos com a palma para cima nem lavar o rosto.
A conduta:
unilateral, em neutro ou pouca pronação: tratamento não cirúrgico. O outro lado é normal e a função está preservada;
pronação acentuada com limitação funcional: osteotomia derrotativa, levando o antebraço para perto do neutro;
bilateral em pronação acentuada: derrotar pelo menos um lado.
O que não funciona: ressecar a ponte óssea para devolver o movimento, com ou sem interposição de tecido, tem recidiva frequente e resultado ruim.
Na prova: sinostose unilateral com antebraço em posição neutra = não operar.
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