A lesão de MANNERFELT na artrite reumatóide ocorre devido ao atrito do tendão flexor longo do polegar com:
- a polia A1.
- a polia oblíqua.
- o estiloide radial.
- o retináculo flexor.
- a espícula do escafoide.
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Conceito-chave
Na artrite reumatoide, os tendões podem romper por atrito contra superfícies ásperas criadas pela doença, como uma corda que se desgasta passando sobre uma pedra.
A lesão de Mannerfelt:
é a ruptura do tendão flexor longo do polegar;
acontece dentro do túnel do carpo;
a causa é o atrito com uma espícula óssea (osteófito) na face palmar do escafoide (ou, às vezes, do trapézio). A doença destrói a articulação e deixa pontas ósseas afiadas, sobre as quais o tendão desliza a cada movimento, até se romper;
o paciente perde a flexão da ponta do polegar.
O tratamento: retirar a espícula (senão o tendão reconstruído rompe de novo), fazer a sinovectomia e reconstruir o tendão com enxerto ou transferência (por exemplo, do flexor superficial do anelar), ou fazer a artrodese da interfalângica do polegar.
Um diagnóstico diferencial: a síndrome do nervo interósseo anterior também tira a flexão da ponta do polegar. Testando o flexor profundo do indicador, que também é desse nervo, é possível diferenciar.
As outras rupturas no punho reumatoide: a síndrome de Vaughan-Jackson, com ruptura dos extensores sobre a cabeça da ulna saliente, e a ruptura do extensor longo do polegar no tubérculo de Lister.
Na prova: a lesão de Mannerfelt ocorre pelo atrito do flexor longo do polegar com uma espícula do escafoide.
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