A manobra provocativa mais sensível e específica para o diagnóstico clinico da síndrome do desfiladeiro torácico foi descrita por
- ROOS.
- PHALEN.
- WRIGHT.
- SANDERS.
- HALSTED.
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Conceito-chave
A síndrome do desfiladeiro torácico é a compressão do plexo braquial e dos vasos subclávios entre o pescoço e a axila. O diagnóstico é difícil, e várias manobras provocativas tentam reproduzir a compressão.
As principais manobras:
Roos (teste de estresse com o braço elevado): o paciente fica com os braços abduzidos a 90° e em rotação externa (como numa posição de "rendição"), e abre e fecha as mãos lentamente por 3 minutos. O teste é positivo quando reproduz os sintomas do paciente (dor, formigamento, cansaço, peso no braço) ou o obriga a baixar os braços. É a manobra mais sensível e específica;
Adson: o paciente estende o pescoço, gira a cabeça para o lado e respira fundo, enquanto se palpa o pulso radial;
Wright: hiperabdução do braço, observando o pulso;
Halsted (costoclavicular): os ombros são levados para trás e para baixo.
Por que o Roos é melhor: as manobras de Adson, Wright e Halsted dependem principalmente da diminuição do pulso, que acontece também em muitas pessoas saudáveis (muitos falsos positivos). O Roos avalia se os sintomas do próprio paciente aparecem, o que é mais relevante, especialmente na forma neurogênica, a mais comum.
Os outros nomes da questão: Phalen é o teste do túnel do carpo; Sanders é um autor que estudou o desfiladeiro, sem uma manobra clássica com seu nome.
Na prova: a manobra mais sensível e específica para o desfiladeiro torácico é a de Roos.
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