A técnica de artroplastia trapeziometacarpeana do polegar que reconstrói o ligamento oblíquo anterior e intermetacarpeano, descrita por WEILBY, utiliza como enxerto o tendão
- palmar longo.
- flexor radial do carpo
- extensor radial do carpo.
- abdutor curto do polegar.
- abdutor longo do polegar.
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Conceito-chave
Na rizartrose avançada, uma cirurgia comum é retirar o trapézio (trapezectomia). Sem o trapézio, a base do primeiro metacarpo pode "afundar" no espaço vazio, encurtando o polegar. Por isso, muitas técnicas fazem uma suspensão: usam um tendão para segurar o metacarpo no lugar e reconstruir os ligamentos.
A técnica de Weilby: usa uma tira do tendão flexor radial do carpo (FRC), que fica preso na sua inserção (na base do segundo metacarpo). Essa tira é entrelaçada em forma de 8 em volta do tendão do abdutor longo do polegar e do próprio FRC. Assim, ela reconstrói o ligamento oblíquo anterior e a contenção entre os metacarpos, suspendendo a base do polegar.
Outras técnicas de suspensão após a trapezectomia:
Burton-Pellegrini (técnica LRTI): também usa o FRC, passado por um túnel na base do primeiro metacarpo, com interposição de tendão no espaço do trapézio;
Thompson: usa o abdutor longo do polegar, ancorado no segundo metacarpo;
suspensão com implante: um fio resistente com botões, sem usar tendão.
Por que o FRC: ele corre bem perto do trapézio, é longo e forte, e uma tira dele pode ser usada sem prejuízo importante para a flexão do punho. O mesmo tendão é usado na reconstrução de Eaton-Littler, nos estágios iniciais.
Na prova: a técnica de Weilby usa como enxerto o flexor radial do carpo.
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