Em relação à biomecânica da articulação carpometacarpeana do polegar, o ligamento oblíquo anterior está tenso em:
- pronação, adução e flexão do primeiro raio
- supinação, adução e flexão do primeiro raio.
- pronação, abdução e extensão do primeiro raio.
- supinação, abdução e extensão do primeiro raio.
- neutro, abdução e desvio lateral do primeiro raio.
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Conceito-chave
A articulação carpometacarpiana do polegar (trapeziometacarpiana) tem a forma de sela e muita mobilidade. Sua estabilidade vem principalmente dos ligamentos. O mais lembrado é o ligamento oblíquo anterior (ligamento em bico), na face palmar.
Quando um ligamento fica tenso: um ligamento trabalha quando o movimento tende a afastar os pontos onde ele se prende. O oblíquo anterior vai do trapézio até a base palmar do primeiro metacarpo. Ele fica tenso quando a base do metacarpo tende a escorregar para dorsal e radial.
Isso acontece na posição de pinça e oposição:
pronação do primeiro raio: o metacarpo gira para que a polpa do polegar fique de frente para os dedos;
abdução: o polegar se afasta da palma;
extensão.
É exatamente a posição em que fazemos força para pegar e apertar objetos. Nela, a base do metacarpo é empurrada para dorsal, e o ligamento oblíquo anterior a segura.
Por isso ele falha na rizartrose: como é o ligamento mais solicitado durante a pinça, ao longo dos anos ele se desgasta e fica frouxo. A base do metacarpo começa a subluxar para dorsal, e a artrose se instala.
As outras posições: adução e flexão recolhem o polegar para dentro da palma e relaxam o ligamento.
Na prova: o ligamento oblíquo anterior fica tenso em pronação, abdução e extensão do primeiro raio.
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