Na técnica de PANEVA-HOLEVICH para reconstrução da lesão crônica do tendão flexor utiliza com enxerto o tendão do
- plantar delgado.
- palmar delgado.
- flexor radial do carpo..
- flexor profundo dos dedos.
- flexor superficial dos dedos .
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Conceito-chave
Quando um tendão flexor está lesado há muito tempo (lesão crônica) e a bainha cicatrizou, a reconstrução costuma ser feita em dois tempos. A técnica de Paneva-Holevich é uma forma engenhosa de fazer isso sem retirar um enxerto de outro lugar do corpo.
Como funciona:
primeiro tempo:
coloca-se uma haste de silicone (técnica de Hunter) no lugar do tendão, dentro do dedo. O corpo forma ao redor dela uma nova bainha lisa (pseudobainha);
na palma, o flexor superficial dos dedos (FSD) e o flexor profundo (FPD) do mesmo dedo são suturados um ao outro, formando uma alça em U;
reconstroem-se as polias, se necessário;
segundo tempo (cerca de 3 meses depois):
o FSD é cortado lá em cima, no antebraço;
ele é então virado e passado pela nova bainha, no lugar da haste, até ser preso na falange distal.
As vantagens:
o enxerto é o próprio FSD, que mantém seus vasos (é pediculado);
a sutura da palma, entre FSD e FPD, já está cicatrizada quando se faz o segundo tempo;
não é preciso retirar um tendão de outra região.
Os enxertos livres usados em outras técnicas: palmar longo (o mais usado, ausente em cerca de 15% das pessoas), plantar e extensores longos dos dedos do pé.
Na prova: a técnica de Paneva-Holevich usa o flexor superficial dos dedos como enxerto pediculado.
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