Na neuropatia do ulnar, a revisão cirúrgica devido à instabilidade pós-neurólise in situ é mais frequente nos pacientes
- maiores que 50 anos e com sintomas prévios leves.
- maiores que 50 anos e com sintomas prévios graves.
- menores que 50 anos e com sintomas prévios leves.
- menores que 50 anos e com sintomas prévios graves.
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Conceito-chave
Na síndrome do túnel cubital (compressão do nervo ulnar no cotovelo), existem algumas opções cirúrgicas:
**descompressão *in situ*: corta-se apenas o teto do túnel (a fáscia de Osborne e a aponeurose do flexor ulnar do carpo), deixando o nervo no lugar**. É simples, preserva a irrigação do nervo e tem poucas complicações;
transposição anterior: o nervo é retirado do túnel e levado para a frente do epicôndilo, sob a pele ou dentro do músculo. Resolve a instabilidade, mas exige mais dissecção;
epicondilectomia medial: retira-se parte do epicôndilo medial, sobre o qual o nervo desliza.
Os estudos mostram resultados semelhantes entre a descompressão *in situ* e a transposição, com menos complicações na *in situ*.
**O problema da *in situ*: ao abrir o teto do túnel, o nervo pode ficar instável e escorregar** sobre o epicôndilo quando o cotovelo dobra (subluxação), causando dor e estalido.
Quem mais precisa de revisão por essa instabilidade: pacientes menores de 50 anos e com sintomas leves antes da cirurgia.
nos jovens, os tecidos são mais elásticos, e o nervo, sem o teto, escorrega com mais facilidade. Nos mais velhos, a fibrose segura o nervo no lugar;
quem tinha sintomas leves tinha pouco a ganhar com a cirurgia, e qualquer incômodo novo, como o estalido, gera insatisfação e leva à revisão. Quem tinha sintomas graves geralmente fica satisfeito com a melhora.
Na cirurgia: após a descompressão, dobra-se o cotovelo para testar se o nervo escorrega; se escorregar, faz-se a transposição.
Na prova: a revisão por instabilidade após neurólise *in situ* do ulnar é mais frequente em menores de 50 anos com sintomas leves.
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