No diagnóstico da síndrome do túnel do carpo, a ultrassonografia apresenta sensibilidade acima de 97% quando o diâmetro do nervo mediano é superior a
- 7 mm2 ao nível do capitato.
- 7 mm2 ao nível do pisiforme.
- 10 mm2 ao nível do capitato.
- 10 mm2 ao nível do pisiforme.
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Conceito-chave
A ultrassonografia é cada vez mais usada no diagnóstico da síndrome do túnel do carpo. Ela é barata, rápida, sem dor e mostra o nervo em movimento.
O que se mede: a área de secção transversa do nervo mediano, ou seja, a área do nervo cortado de lado, em milímetros quadrados.
Onde se mede: na entrada do túnel do carpo, na altura do pisiforme. A lógica é que o nervo comprimido incha logo antes do ponto de estreitamento, como um rio que se acumula antes de uma represa. Dentro do túnel, na altura do capitato ou do hamato, o nervo está achatado, e a área não reflete o inchaço.
O ponto de corte: área acima de 10 mm² no pisiforme sustenta o diagnóstico. Algumas séries descrevem sensibilidade acima de 97% com esse corte; outras usam valores entre 9 e 12 mm².
Outros achados da ultrassonografia:
razão entre a área no punho e no antebraço maior que 1,4;
achatamento do nervo no nível do hamato;
arqueamento do retináculo dos flexores;
e, muito útil, a ultrassonografia mostra causas de compressão: cistos, inflamação dos tendões, nervo mediano bífido, artéria mediana persistente e músculos anômalos.
A eletroneuromiografia continua importante para graduar a gravidade e excluir outras doenças, como radiculopatia cervical, mas pode ser normal nos casos leves.
Na prova: na ultrassonografia, área do mediano acima de 10 mm² ao nível do pisiforme tem sensibilidade acima de 97% para túnel do carpo.
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