A lesão de Stener é a interposição da aponeurose do músculo
- abdutor curto do polegar, entre o LCU lesado e a base da falange proximal
- abdutor longo do polegar, entre o LCU lesado e a cabeça do metacarpo
- adutor do polegar, entre o LCU lesado e a base da falange proximal
- adutor do polegar, entre o LCU lesado e a cabeça do metacarpo
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Conceito-chave
Stener é a barreira anatômica que impede o LCU rompido de voltar à sua inserção distal. O ligamento colateral ulnar (LCU) da metacarpofalângica do polegar resiste ao desvio radial durante pinça e preensão. A ruptura mais comum é na base da falange proximal. A aponeurose do músculo adutor do polegar cobre esse ligamento e se relaciona com o capuz extensor.
Após ruptura completa, o coto pode deslocar-se para uma posição superficial à aponeurose. Ela fica interposta entre o ligamento e a base da falange proximal. Sem contato adequado entre as estruturas que deveriam cicatrizar, prolongar a imobilização não elimina a barreira. É essa interposição que caracteriza a lesão de Stener, e não apenas a presença de dor, edema ou frouxidão.
Uma ruptura parcial conserva parte das fibras em continuidade e não produz esse padrão clássico de deslocamento. No lado radial do polegar, a aponeurose relaciona-se ao abdutor; trocar adutor por abdutor mistura os dois lados da articulação. A pergunta exige ainda localizar a inserção distal, evitando confundi-la com a origem metacarpal.
Leia a seção “Polegar: ligamento colateral ulnar e lesão de Stener” no resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, disponível na Biblioteca.
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