Na distrofia simpático reflexa mais frequentemente encontram-se os seguintes sinais:
- Aumento da temperatura, edema e eritema
- Edema, eritema e pele seca
- Eritema, pele seca e aumento de temperatura
- Pele seca, aumento de temperatura e eritema
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Conceito-chave
A distrofia simpático-reflexa é hoje chamada de síndrome de dor regional complexa (SDRC). É um quadro de dor desproporcional ao trauma ou à cirurgia que a desencadeou (uma fratura, por exemplo), acompanhada de alterações na circulação, no suor, na pele e no movimento da região.
Os dois tipos:
tipo I (a antiga distrofia simpático-reflexa): sem lesão de nervo identificável;
tipo II (a antiga causalgia): com lesão de um nervo identificável.
O diagnóstico usa os critérios de Budapeste: dor contínua e desproporcional, com sinais em várias categorias: sensibilidade (dor ao simples toque, chamada alodinia), circulação (temperatura e cor da pele), suor e inchaço, e movimento e pele (rigidez, alterações tróficas).
As fases clássicas:
fase aguda, "quente": a mão fica quente, inchada (edema) e vermelha (eritema), com suor aumentado (hiperidrose) e dor intensa. São os sinais mais frequentes e os primeiros;
fase distrófica: a pele fica fria, arroxeada, a mão endurece e os ossos ficam porosos (osteopenia);
fase atrófica: pele seca e fina, músculos atrofiados e contraturas.
O tratamento deve ser precoce: analgesia, fisioterapia (dessensibilização e técnicas de imagem motora), corticoide, bisfosfonato e bloqueios.
Na prova: na distrofia simpático-reflexa, os sinais mais frequentes são aumento da temperatura, edema e eritema, da fase quente.
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