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Questão de Deformidades dos dedos (TARO 2022)

Mão e punhoDeformidades dos dedosTARO 2022

No dedo em botoeira agudo tratado clinicamente com imobilização, a articulação interfalangena proximal deve ser mantida em

  1. flexão e a flexão ativa da interfalangeana distal estimulada.
  2. flexão e a extensão ativa da interfalangeana distal estimulada.
  3. extensão e a flexão ativa da interfalangeana distal estimulada.
  4. extensão e a extensão ativa da interfalangeana distal estimulada.
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Gabarito: C · extensão e a flexão ativa da interfalangeana distal estimulada.

Conceito-chave

A botoeira aguda exige proteger a extensão da IFP e preservar a flexão ativa da IFD. A lesão envolve a banda central do aparelho extensor, inserida na base dorsal da falange média. Se essa inserção não cicatriza adequadamente, pode surgir a deformidade em botoeira. A tala mantém a articulação interfalângica proximal (IFP) estendida para proteger a banda central.

No resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, o protocolo descrito é de 4 a 6 semanas com a IFP em extensão, mantendo a articulação interfalângica distal (IFD) e a metacarpofalângica livres. Estimular a flexão ativa da IFD preserva movimento distal durante a proteção proximal. A tala não deve bloquear todas as articulações do dedo indiscriminadamente.

Uma fonte de confusão é a posição do teste de Elson: ele usa IFP fletida a 90° para examinar a banda central. Essa é uma manobra de avaliação, não uma prescrição para imobilizar a lesão. Outra é confundir a extensão protetora da IFP com o tratamento do dedo em martelo, cujo foco é o mecanismo extensor terminal na IFD.

Leia “Luxação volar e a banda central” e “Teste de Elson”, na seção “Interfalângica proximal: luxações e banda central” do resumo da Biblioteca, para separar posição de exame e posição de tratamento.

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