Na luxação da interfalangeana proximal dos dedos da mão, o estabilizador primário no plano coronal é
- a placa volar.
- o ligamento colateral.
- o côndilo da falange proximal.
- a bandeleta central extensora.
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Conceito-chave
O estabilizador primário da IFP contra desvio lateral é o ligamento colateral próprio. A articulação interfalângica proximal (IFP) funciona como uma dobradiça entre a cabeça convexa da falange proximal e a base bicôncava da falange média. Sua congruência óssea contribui para estabilidade axial, mas o controle lateral depende principalmente dos ligamentos colaterais.
O plano coronal é o plano em que se observam desvios do dedo para um dos lados. Os colaterais próprios partem da face lateral da cabeça da falange proximal e chegam à base da falange média, funcionando como contenções desse desvio. Os colaterais acessórios relacionam-se à placa volar e à polia A3, integrando o conjunto estabilizador.
A placa volar, na face palmar, tem outra função predominante: conter a hiperextensão. Suas extensões proximais, os ligamentos checkrein, participam dessa contenção. Já a banda central se insere na base dorsal da falange média e integra o mecanismo extensor; sua lesão leva à preocupação com botoeira. Todas essas estruturas importam, mas “estabilizador primário” exige identificar a direção da força.
Esse raciocínio está no Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45. Leia “A caixa que segura a IFP”, na seção de luxações e banda central do resumo da Biblioteca.
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