O sinal clínico que diferencia a síndrome do túnel cubital da síndrome do canal de GUYON é a
- presença da garra ulnar.
- atrofia da musculatura intrínseca da mão.
- alteração da sensibilidade dorsoulnar da mão.
- alteração da sudorese na região palmar da mão
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Conceito-chave
O nervo ulnar pode ser comprimido em dois lugares principais:
no cotovelo: síndrome do túnel cubital (lesão alta);
no punho: síndrome do canal de Guyon (lesão baixa), um túnel formado entre o pisiforme e o hâmulo do hamato.
O detalhe anatômico que separa as duas: o ulnar dá um ramo para a pele antes de chegar ao punho, o ramo cutâneo dorsal. Ele sai cerca de 5 a 8 cm acima do punho e leva a sensibilidade do dorso ulnar da mão (o dorso do lado do mínimo).
no túnel cubital, a compressão está acima da saída desse ramo, e a sensibilidade dorsoulnar fica alterada;
no canal de Guyon, a compressão está abaixo da saída do ramo, e a sensibilidade dorsoulnar fica preservada.
Outras diferenças:
na lesão alta, também ficam fracos o flexor ulnar do carpo e o flexor profundo do anelar e do mínimo; na baixa, eles estão normais;
a garra do anelar e do mínimo é, curiosamente, mais evidente na lesão baixa. É o paradoxo ulnar: na lesão alta, o flexor profundo também está fraco, e os dedos dobram menos;
o Tinel é positivo no cotovelo ou no punho, conforme o local.
O que não diferencia: a atrofia dos músculos intrínsecos e a alteração do suor na palma aparecem nas duas.
Causas no canal de Guyon: cisto sinovial (a mais comum), fratura do hâmulo do hamato, trombose da artéria ulnar e ciclistas que apoiam o peso nessa região.
Na prova: a alteração da sensibilidade dorsoulnar da mão diferencia o túnel cubital (alterada) do canal de Guyon (preservada).
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