As lesões da fibrocartilagem triangular tratadas com a estabilização isolada do rádio são classificadas por PALMER e WERNER como tipo 1
- A
- B
- C
- D
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Conceito-chave
O complexo da fibrocartilagem triangular (CFCT) é um conjunto de estruturas no lado ulnar do punho, com um disco central preso ao rádio de um lado (na incisura sigmoide) e à ulna do outro (na fóvea e na estiloide). O tratamento de cada lesão depende de onde a estrutura se soltou.
A classificação de Palmer (classe 1, traumáticas) e o tratamento:
1A: perfuração central do disco. É uma área sem vasos, que não cicatriza: trata-se com desbridamento (aparar as bordas);
1B: avulsão do lado ulnar, na fóvea ou na estiloide. Trata-se reinserindo na ulna. É a que mais se associa à instabilidade da radioulnar distal;
1C: avulsão distal, dos ligamentos que vão da ulna ao semilunar e ao piramidal. Trata-se com reparo desses ligamentos;
1D: avulsão do lado radial, onde o disco se prende à incisura sigmoide do rádio. Trata-se reinserindo o disco no rádio, com túneis no osso ou âncoras, por artroscopia ou cirurgia aberta. Em lesões pequenas, pode-se só desbridar.
A lógica: o reparo é feito no lado de onde a estrutura se soltou. Na 1D, a borda solta é a radial, então a estabilização é no rádio.
Na prova: a lesão da fibrocartilagem tratada com estabilização isolada no rádio é a Palmer 1D.
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