Na deformidade em botoeira, a imobilização para o tratamento conservador deve manter a IFP em extensão e a IFD
- livre.
- em flexão.
- em extensão.
- em posição neutra.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Na botoeira aguda, protege-se a banda central mantendo a IFP estendida e deixando a IFD livre. A banda central do aparelho extensor se insere na base dorsal da falange média e participa da extensão da articulação interfalângica proximal (IFP). Sua ruptura pode evoluir para a deformidade em botoeira. O tratamento conservador precisa aproximar e proteger essa inserção sem imobilizar articulações desnecessariamente.
O resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, descreve tala apenas na IFP, em extensão, por 4 a 6 semanas, com a interfalângica distal (IFD) e a metacarpofalângica livres para movimento ativo. “IFD livre” significa permitir movimento, inclusive flexão ativa; não significa abandonar a proteção da IFP.
É essencial distinguir o tratamento do teste de Elson. No teste, a IFP é colocada em 90° de flexão e o paciente tenta estendê-la contra resistência para investigar a banda central. Essa posição temporária de exame não é a posição de imobilização da lesão. A IFD que fica rígida em extensão durante o teste favorece ruptura da banda central, ao passo que a IFD frouxa acompanha banda central íntegra.
Leia a seção “Interfalângica proximal: luxações e banda central” no resumo da Biblioteca para conectar exame, anatomia e posição da tala.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo