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Questão de Deformidades dos dedos (TARO 2015)

Mão e punhoDeformidades dos dedosTARO 2015

Na deformidade em botoeira, a imobilização para o tratamento conservador deve manter a IFP em extensão e a IFD

  1. livre.
  2. em flexão.
  3. em extensão.
  4. em posição neutra.
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Gabarito: A · livre.

Conceito-chave

Na botoeira aguda, protege-se a banda central mantendo a IFP estendida e deixando a IFD livre. A banda central do aparelho extensor se insere na base dorsal da falange média e participa da extensão da articulação interfalângica proximal (IFP). Sua ruptura pode evoluir para a deformidade em botoeira. O tratamento conservador precisa aproximar e proteger essa inserção sem imobilizar articulações desnecessariamente.

O resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, descreve tala apenas na IFP, em extensão, por 4 a 6 semanas, com a interfalângica distal (IFD) e a metacarpofalângica livres para movimento ativo. “IFD livre” significa permitir movimento, inclusive flexão ativa; não significa abandonar a proteção da IFP.

É essencial distinguir o tratamento do teste de Elson. No teste, a IFP é colocada em 90° de flexão e o paciente tenta estendê-la contra resistência para investigar a banda central. Essa posição temporária de exame não é a posição de imobilização da lesão. A IFD que fica rígida em extensão durante o teste favorece ruptura da banda central, ao passo que a IFD frouxa acompanha banda central íntegra.

Leia a seção “Interfalângica proximal: luxações e banda central” no resumo da Biblioteca para conectar exame, anatomia e posição da tala.

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