Na mão torta radial, a estabilização do punho utilizando os flexores superficiais deve incluir preferencialmente os tendões dos dedos
- médio e anular.
- anular e mínimo.
- indicador e médio.
- indicador e mínimo.
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Conceito-chave
A mão torta radial é a deficiência longitudinal do rádio: o rádio falta total ou parcialmente, e a mão se desvia para o lado radial, sem apoio. O tratamento cirúrgico busca colocar o punho em posição reta e estável sobre a ulna.
Os passos do tratamento cirúrgico:
distração prévia com fixador externo, para alongar as partes moles encurtadas;
centralização (colocar o carpo sobre a ponta da ulna) ou radialização (colocar o carpo um pouco radial à ulna);
fixação temporária com um fio;
transferências tendíneas para equilibrar o punho e evitar que o desvio volte;
reconstrução do polegar (policização) quando ele é muito pequeno ou ausente.
Por que transferir tendões: o principal problema após a cirurgia é a recidiva do desvio. Transferir tendões para o lado ulnar do carpo reforça o equilíbrio e ajuda a manter a correção.
Quais flexores superficiais usar:
médio e anelar: são os preferidos, porque são os mais dispensáveis. Depois de retirados, o flexor profundo continua dobrando esses dedos;
indicador: deve ser evitado, porque precisa da flexão independente para a pinça;
mínimo: deve ser evitado, porque o flexor superficial dele muitas vezes é ausente ou muito pequeno.
Na prova: na mão torta radial, a estabilização com flexores superficiais usa preferencialmente os do médio e do anelar.
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