Na plexopatia neonatal classificada Segundo NAKARAS, aquela que evolui com recuperação total entre a primeira e oitava semana é do tipo
- I
- II
- III
- IV
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Conceito-chave
A classificação de Narakas da paralisia obstétrica do plexo braquial divide as lesões pela extensão e prevê a recuperação:
grupo I: lesão de C5 e C6 (paralisia de Erb clássica, com ombro e cotovelo afetados). Tem o melhor prognóstico: a grande maioria recupera completamente, muitas vezes já nas primeiras 1 a 8 semanas. Geralmente são lesões leves, em que o nervo foi só esticado e volta a funcionar;
grupo II: lesão de C5 a C7, com punho e dedos caídos. A recuperação é mais lenta e muitas vezes incompleta;
grupo III: lesão de C5 a T1, todo o plexo, sem síndrome de Horner. O membro fica flácido e a recuperação espontânea é pequena;
grupo IV: lesão de C5 a T1 com síndrome de Horner (pálpebra caída, pupila pequena). Indica que as raízes foram arrancadas da medula. É o pior prognóstico.
Como acompanhar:
o bíceps é o marcador principal: se ele não consegue fletir o cotovelo contra a gravidade por volta dos 3 meses, considera-se a cirurgia do plexo;
o teste do biscoito: aos 9 meses, a criança deve conseguir levar um biscoito à boca.
Sinais de pior prognóstico: síndrome de Horner, lesão total, bíceps sem recuperação até os 3 meses e avulsão das raízes.
Na prova: a paralisia que recupera completamente entre a primeira e a oitava semana é o grupo I de Narakas.
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