Na instabilidade perilunar progressiva do carpo, o estágio III de MAYFIELD é carcaterizado pela falha do ligamento:
- escafo-semilunar
- capitato-semilunar
- radiocarpal dorsal
- piramidal-semilunar
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Conceito-chave
No estágio III de Mayfield, a lesão chegou ao lado ulnar do semilunar: ocorre falha lunopiramidal, também chamada semilunopiramidal ou piramidal-semilunar. A ordem dos nomes não muda os dois ossos conectados.
A sequência começa no lado radial, com a dissociação escafossemilunar ou a fratura do escafoide. No estágio II, o capitato se desloca para dorsal em relação ao semilunar, pelo espaço de Poirier. Com a progressão para o III, rompe a contenção ulnar, e o padrão resultante mais comum é a luxação mediocárpica: o carpo está deslocado, mas o semilunar continua na fossa do rádio.
A ruptura radiocárpica dorsal é o passo seguinte, permitindo que o próprio semilunar gire para palmar no estágio IV. Essa é a distinção decisiva entre luxação ao redor do semilunar e luxação do semilunar. Fonte secundária: resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seção Mayfield e a luxação perilunar.
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