Na sindrome do tuner cubital classificada por McGOWAN, a categoria III é caracterizada por
- parestesia intermitente e fraqueza subjetiva.
- parestesia permanente e fraqueza subjetiva
- parestesia intermitente e fraqueza mensurável
- parestesia permanente e fraqueza mensurável
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Conceito-chave
A síndrome do túnel cubital é a compressão do nervo ulnar no cotovelo. A classificação de McGowan gradua a gravidade combinando a sensibilidade e a força:
grau I: formigamento intermitente (vai e volta) e fraqueza subjetiva: o paciente sente a mão mais fraca, mas o exame não mostra déficit;
grau II: formigamento intermitente ou persistente, com fraqueza mensurável no exame, ainda sem atrofia importante;
grau III: formigamento permanente e fraqueza mensurável, com atrofia dos músculos intrínsecos da mão.
Como reconhecer o grau III no exame:
atrofia do primeiro interósseo dorsal, o músculo entre o polegar e o indicador, que deixa um "buraco" no dorso da mão;
garra do anelar e do mínimo;
sinal de Froment (dobra a ponta do polegar para segurar um papel);
sinal de Wartenberg (o mínimo fica afastado).
O prognóstico: o grau III tem o pior prognóstico. Mesmo após a descompressão, a recuperação da força costuma ser incompleta, porque já houve perda de fibras nervosas e atrofia muscular.
Tratamento: nos graus leves, evitar manter o cotovelo dobrado por muito tempo e usar órtese noturna com o cotovelo mais estendido; nos avançados, descompressão do nervo no lugar ou transposição anterior.
Na prova: McGowan grau III é parestesia permanente com fraqueza mensurável e atrofia.
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