No polegar trifalângico, a diminuição da primeira comissura e a ausência da musculatura tenar caracterizam o tipo:
- I
- II
- III
- IV
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Conceito-chave
O polegar trifalângico é uma malformação em que o polegar tem três falanges, como os outros dedos, em vez de duas. Pode aparecer isolado ou associado a outras condições, como a polidactilia do lado do polegar, a síndrome de Holt-Oram (com cardiopatia), a anemia de Fanconi e a anemia de Blackfan-Diamond.
O espectro: vai desde uma pequena falange extra em forma de cunha (falange delta), que só faz o polegar desviar, até um polegar que é praticamente um dedo comum, longo, no mesmo plano dos outros e sem conseguir fazer oposição (a "mão de cinco dedos").
A classificação usada pela questão (simplificada):
tipo I: falange extra pequena, em delta, causando desvio. A musculatura tenar e a primeira comissura são normais;
tipo II: falange extra em forma de trapézio, com o polegar mais longo;
tipo III: falange extra retangular, com o comprometimento de todo o raio: primeira comissura estreita (pouco espaço entre polegar e indicador) e musculatura tenar ausente ou muito pequena. O polegar perde a capacidade de oposição;
nos tipos mais graves, o raio é igual a um dedo comum.
Tratamento:
falange delta pequena: retirá-la e reconstruir os ligamentos, antes de cerca de 1 ano;
polegar longo: artrodese com encurtamento;
sem oposição e comissura estreita: policização (transformar o raio num polegar funcional, rodando-o e encurtando-o) ou transferência para oposição, com aprofundamento da comissura.
Na prova: na classificação usada, a primeira comissura estreita com ausência da musculatura tenar caracteriza o tipo III.
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