O nervo ulnar, no túnel cubital, passa sob
- o ligamento transverso.
- a fáscia de OSBORNE.
- a fáscia de STRUTHERS.
- o ligamento colateral ulnar.
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Conceito-chave
O túnel cubital é o canal por onde o nervo ulnar passa atrás do cotovelo, no lado medial. Ele é formado por:
paredes: o epicôndilo medial do úmero e o olécrano da ulna;
assoalho: a cápsula do cotovelo e os feixes posterior e transverso do ligamento colateral ulnar;
teto: a fáscia (ou ligamento) de Osborne, uma faixa fibrosa em arco que vai do epicôndilo medial ao olécrano e continua com a aponeurose entre as duas cabeças do flexor ulnar do carpo.
Por que o teto importa: quando o cotovelo dobra, o epicôndilo e o olécrano se afastam, e a fáscia de Osborne se estica sobre o nervo, diminuindo o espaço. Por isso os sintomas da síndrome do túnel cubital pioram com o cotovelo fletido. Na cirurgia, cortar essa fáscia é o primeiro passo da descompressão.
Outros pontos onde o ulnar pode ser comprimido, de cima para baixo: a arcada de Struthers (cerca de 8 cm acima do epicôndilo), o septo intermuscular medial, o próprio epicôndilo, o túnel cubital, entre as cabeças do flexor ulnar do carpo e na aponeurose flexora profunda.
Para não confundir:
ligamento transverso do carpo: é o teto do túnel do carpo, no punho, e cobre o nervo mediano;
ligamento de Struthers: vai de um pequeno esporão do úmero ao epicôndilo e pode comprimir o mediano.
Na prova: no túnel cubital, o nervo ulnar passa sob a fáscia de Osborne.
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