Na doença de DUPUYTREN, os nódulos de GARROD localizam-se na face
- volar da articulação MF.
- volar da articulação IFP.
- dorsal da articulação MF.
- dorsal da articulação IFP.
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Conceito-chave
A doença de Dupuytren é uma proliferação anormal da fáscia, principalmente na palma, que forma nódulos e cordas e puxa os dedos em flexão. Mas ela pode aparecer em outros lugares do corpo:
na palma, na face volar da metacarpofalângica: nódulos e cordas pré-tendíneas, que dobram a metacarpofalângica;
na face volar dos dedos, perto da interfalângica proximal: as cordas digitais (central, espiral, lateral), que dobram a interfalângica proximal;
no dorso da interfalângica proximal: os nódulos (ou almofadas) de Garrod, espessamentos sobre os "nós" dos dedos;
na planta do pé: doença de Ledderhose;
no pênis: doença de Peyronie.
Os nódulos de Garrod:
são indolores e não causam contratura;
não precisam ser operados;
o mais importante: marcam a diátese de Dupuytren, a forma mais agressiva da doença, com maior chance de recidiva após o tratamento.
A diátese de Dupuytren reúne: história familiar, sexo masculino, início antes dos 50 anos, doença nas duas mãos e lesões fora da palma (Garrod, Ledderhose, Peyronie).
O teste de Hueston (da mesa): o paciente apoia a palma numa mesa. Se a mão não consegue ficar plana, considera-se o tratamento.
Na prova: os nódulos de Garrod ficam no dorso da interfalângica proximal e indicam diátese de Dupuytren.
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