As lesões traumáticas da banda sagital extensora ocorrem mais frequentemente no dedo
- médio, na sua porção ulnar.
- médio, na sua porção radial.
- indicador, na sua porção ulnar.
- indicador, na sua porção radial.
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Conceito-chave
Sobre a cabeça de cada metacarpo, o tendão extensor do dedo precisa ficar bem no centro, no topo da "junta". Quem o segura nessa posição são as bandas sagitais: faixas que saem dos dois lados do tendão (uma radial e uma ulnar) e o prendem à placa volar e aos ligamentos entre os metacarpos, como as alças de uma rédea.
A lesão traumática (às vezes chamada de *boxer's knuckle*, a "junta do boxeador"):
o local mais comum é a banda sagital radial do dedo médio;
o mecanismo típico é o soco, ou a flexão forçada do dedo com desvio para ulnar;
com a banda radial rota, o tendão perde o apoio desse lado e escorrega para o lado ulnar, caindo no vale entre as cabeças dos metacarpos.
Por que o médio e o lado radial: o médio tem a cabeça do metacarpo mais saliente e recebe o impacto do soco; e a banda radial é mais fina, enquanto a força tende a empurrar o tendão para ulnar.
A clínica: dor e inchaço no dorso da metacarpofalângica, um estalido ao fechar a mão e um sinal característico: o paciente não consegue estender ativamente o dedo a partir da flexão (o tendão está fora do lugar), mas, se o examinador colocar o dedo estendido, o paciente consegue mantê-lo assim, porque o tendão volta ao centro.
Tratamento: nas lesões agudas, órtese mantendo a metacarpofalângica estendida por 4 a 6 semanas; nas crônicas ou quando falha, reparo direto ou reconstrução.
Na prova: a lesão traumática da banda sagital é mais comum no dedo médio, na porção radial, com o tendão caindo para ulnar.
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