Nas amputações dos dedos da mão, o neuroma sintomático do coto é uma complicação que ocorre mais frequentemente no
- terceiro dedo e nos traumas por avulsão.
- segundo dedo e nos traumas por avulsão.
- terceiro dedo e nos traumas por laceração.
- segundo dedo e nos traumas por laceração.
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Conceito-chave
Quando um dedo é amputado, os nervos digitais são cortados. A ponta de todo nervo cortado tenta crescer de novo e, sem ter para onde ir, forma um emaranhado de fibras: o neuroma. Todo coto tem neuroma. O problema é o neuroma sintomático: quando ele fica num lugar de contato, cada toque provoca dor intensa ou choque.
O que aumenta o risco:
o dedo: o indicador (segundo dedo) é o mais afetado, porque participa de quase toda pinça e exploração de objetos. O coto toca em tudo o tempo todo;
o mecanismo: a avulsão (o dedo é arrancado, puxado por uma máquina ou anel) é pior que o corte limpo. Na avulsão, o nervo é esticado e lesado numa extensão grande, muito além do ponto visível da amputação, e o coto fica irregular;
a localização: neuroma superficial, sob a cicatriz ou na polpa.
Como prevenir na hora da amputação: puxar delicadamente o nervo, cortá-lo mais acima e deixá-lo retrair para dentro de um tecido bem acolchoado, longe da pele e da cicatriz. Não se deve amarrar o nervo junto com a artéria.
Tratamento do neuroma já formado: dessensibilização, infiltração e, se não melhorar, ressecção com o nervo enterrado em músculo ou osso, ou técnicas de reinervação muscular.
Na prática: um coto curto e doloroso de indicador atrapalha tanto a pinça que muitos preferem amputar o raio inteiro, passando a pinça para o dedo médio.
Na prova: o neuroma sintomático do coto é mais frequente no segundo dedo e nos traumas por avulsão.
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