Na síndrome do desfiladeiro torácico, um dos focos de compressão do plexo braquial se encontra
- no espaço coracoclavicular.
- no triângulo interescalênico.
- anteriormente à musculatura peitoral.
- na região posterior do esternocleidomastóideo.
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Conceito-chave
A síndrome do desfiladeiro torácico é a compressão do plexo braquial, da artéria subclávia ou da veia subclávia no caminho entre o pescoço e a axila. Esse trajeto passa por três espaços estreitos:
triângulo interescalênico: o mais proximal. Seus limites são o músculo escaleno anterior na frente, o escaleno médio atrás e a primeira costela embaixo. Por ele passam o plexo braquial e a artéria subclávia. A veia subclávia passa à frente do escaleno anterior, fora do triângulo. É o espaço mais envolvido na forma neurogênica, a mais comum;
espaço costoclavicular: entre a clavícula e a primeira costela. Por ali passam o plexo, a artéria e a veia. A compressão da veia nesse ponto pode causar trombose por esforço;
espaço retropeitoral menor: atrás do músculo peitoral menor, perto do processo coracoide. O feixe é comprimido quando o braço é levantado muito acima da cabeça.
O que estreita esses espaços: uma costela cervical (costela extra no pescoço) ou banda fibrosa, músculos escalenos hipertrofiados, fraturas antigas de clavícula ou da primeira costela e postura com ombros caídos.
Testes: Adson (girar a cabeça e inspirar fundo, procurando a diminuição do pulso), Roos (abrir e fechar as mãos com os braços elevados por 3 minutos) e Wright (hiperabdução).
Na prova: um dos focos de compressão do plexo no desfiladeiro torácico é o triângulo interescalênico.
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