Na deficiência longitudinal do rádio e da ulna, os tipos mais comuns, segundo a classificação de BAYNE, são respectivamente:
- I e II
- I e III
- IV e I
- IV e III
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Conceito-chave
As deficiências longitudinais são malformações em que um osso do antebraço falta total ou parcialmente, ao longo de todo o eixo do membro.
Deficiência longitudinal radial (mão torta radial), classificação de Bayne e Klug:
tipo 0: rádio normal, com hipoplasia do carpo ou do polegar;
tipo I: rádio distal curto;
tipo II: rádio em miniatura, hipoplásico;
tipo III: ausência parcial, geralmente da parte distal;
tipo IV: ausência completa do rádio, o mais comum.
Sem o rádio para apoiar, a mão se desvia para o lado radial, e o polegar costuma ser pequeno ou ausente. Ela se associa a doenças de outros órgãos: VACTERL, Holt-Oram (cardiopatia), TAR (plaquetas baixas) e anemia de Fanconi.
Deficiência longitudinal ulnar, classificação de Bayne:
tipo I: ulna hipoplásica (curta, mas com as epífises presentes), o mais comum;
tipo II: ausência parcial;
tipo III: ausência total;
tipo IV: fusão entre rádio e úmero.
A deficiência ulnar é menos frequente que a radial e se associa mais a anomalias do próprio esqueleto do que de outros órgãos.
Na prova: o tipo mais comum na deficiência radial é o IV (ausência completa), e na ulnar é o I (hipoplasia).
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