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Questão de Outras malformações congênitas (TARO 2018)

Mão e punhoOutras malformações congênitasTARO 2018

Na sinostose radioulnar proximal, a complicação mais frequente após osteotomia derrotatória de 90 graus é a:

  1. pseudoartrose
  2. recidiva da sinostose
  3. lesão do nervo radial
  4. síndrome compartimental
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Gabarito: D · síndrome compartimental

Conceito-chave

A sinostose radioulnar congênita é a fusão entre o rádio e a ulna na parte proximal do antebraço, porque eles não se separaram durante a formação do embrião. É bilateral em cerca de 60% dos casos.

A consequência: sem a articulação entre os dois ossos, o antebraço não gira. Fica fixo numa posição, muitas vezes em pronação (palma para baixo). A criança compensa girando o ombro e o punho.

Quando operar: quando a pronação fixa é grande (acima de cerca de 60°) e atrapalha a função, como levar a mão à boca ou receber objetos com a palma para cima. Faz-se uma osteotomia derrotativa: corta-se o osso fundido e gira-se o antebraço para uma posição mais útil, geralmente perto da posição neutra.

A complicação mais frequente: quando a rotação é grande e feita de uma vez, por exemplo 90°, os músculos, a fáscia e os vasos do antebraço são torcidos. Isso pode dificultar o retorno do sangue e aumentar a pressão dentro dos compartimentos musculares: é a síndrome compartimental.

Como prevenir:

limitar a correção aguda a cerca de 60° a 85°;

fazer a osteotomia em dois níveis ou a correção gradual com fixador externo;

considerar a fasciotomia profilática;

vigiar a circulação e a dor desproporcional no pós-operatório.

Na prova: a complicação mais frequente da derrotação de 90° na sinostose radioulnar é a síndrome compartimental.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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