Na sinostose radioulnar proximal, a complicação mais frequente após osteotomia derrotatória de 90 graus é a:
- pseudoartrose
- recidiva da sinostose
- lesão do nervo radial
- síndrome compartimental
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Conceito-chave
A sinostose radioulnar congênita é a fusão entre o rádio e a ulna na parte proximal do antebraço, porque eles não se separaram durante a formação do embrião. É bilateral em cerca de 60% dos casos.
A consequência: sem a articulação entre os dois ossos, o antebraço não gira. Fica fixo numa posição, muitas vezes em pronação (palma para baixo). A criança compensa girando o ombro e o punho.
Quando operar: quando a pronação fixa é grande (acima de cerca de 60°) e atrapalha a função, como levar a mão à boca ou receber objetos com a palma para cima. Faz-se uma osteotomia derrotativa: corta-se o osso fundido e gira-se o antebraço para uma posição mais útil, geralmente perto da posição neutra.
A complicação mais frequente: quando a rotação é grande e feita de uma vez, por exemplo 90°, os músculos, a fáscia e os vasos do antebraço são torcidos. Isso pode dificultar o retorno do sangue e aumentar a pressão dentro dos compartimentos musculares: é a síndrome compartimental.
Como prevenir:
limitar a correção aguda a cerca de 60° a 85°;
fazer a osteotomia em dois níveis ou a correção gradual com fixador externo;
considerar a fasciotomia profilática;
vigiar a circulação e a dor desproporcional no pós-operatório.
Na prova: a complicação mais frequente da derrotação de 90° na sinostose radioulnar é a síndrome compartimental.
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