A contratura de DUPUYTREN é mais frequente nos pacientes do gênero:
- masculino e de padrão simétrico
- masculino e de padrão assimétrico
- feminino e de padrão simétrico
- feminino e de padrão assimétrico
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Conceito-chave
A contratura de Dupuytren é uma doença da fáscia palmar, a camada fibrosa que fica logo abaixo da pele da palma. Células chamadas miofibroblastos (fibroblastos que se contraem como músculo) formam nódulos e depois cordas que puxam os dedos para dentro da palma, impedindo que se estendam.
Quem tem:
predomina muito nos homens, várias vezes mais que nas mulheres;
acima dos 40 anos;
mais em pessoas de ascendência do norte da Europa;
os dedos mais acometidos são o anelar e o mínimo.
O padrão: é frequentemente bilateral, mas assimétrico: uma mão costuma estar bem mais avançada que a outra. Por exemplo, uma mão já com corda e dedo dobrado e a outra apenas com um nódulo.
A diátese de Dupuytren é a forma mais agressiva, com maior risco de recidiva após o tratamento. Sinais: história familiar, início antes dos 50 anos, doença bilateral, espessamento no dorso dos dedos (almofadas de Garrod), lesão parecida na planta do pé (Ledderhose) e no pênis (Peyronie).
Fatores associados: diabetes, tabagismo, álcool, epilepsia e trabalho com vibração.
Uma corda importante: a corda espiral pode deslocar o feixe de nervo e artéria do dedo para o centro e para a superfície, o que aumenta o risco de lesá-lo na cirurgia.
Na prova: Dupuytren é mais frequente em homens e tem padrão assimétrico, mesmo quando bilateral.
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