Na luxação aguda da patela, o tratamento cirúrgico com realinhamento distal não é recomendado porque aumenta o risco de artrofibrose e limitação da mobilidade.
- Certo
- Errado
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Primeira luxação patelar. Após reduzir a patela, avaliam-se derrame, fratura osteocondral, lesão do ligamento patelofemoral medial e fatores anatômicos de risco. Muitos primeiros episódios sem fragmento deslocado são tratados inicialmente sem cirurgia, com reabilitação e recuperação progressiva do movimento.
Realinhamento distal. Procedimentos na tuberosidade tibial mudam o vetor do tendão patelar. São reservados a indicações anatômicas específicas, como deformidade importante ou instabilidade recorrente em paciente com fise fechada; não são rotina para a luxação aguda isolada. Em criança com fise aberta, osteotomia da tuberosidade pode prejudicar o crescimento, motivo mais direto para evitá-la.
Por que a frase erra. Limitação de mobilidade e artrofibrose são riscos de qualquer cirurgia e de imobilização excessiva, mas não constituem a razão única ou definidora para rejeitar realinhamento distal em todo caso agudo. Se houver grande fragmento osteocondral ou recorrência com anomalia anatômica, o plano pode ser diferente.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo