Na artroplastia total do joelho, realizada após osteotomia tibial de subtração, necessita-se maior ressecção óssea para facilitar a colocação dos implantes.
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Conceito-chave
O que muda após osteotomia. A osteotomia tibial alta de subtração, ou cunha de fechamento, corrige o eixo retirando um fragmento ósseo da tíbia proximal. Se mais tarde a artrose evoluir e exigir artroplastia total, a anatomia do platô e da metáfise já não é igual à de um joelho sem cirurgia prévia.
Planejar o corte tibial. Após cunha de fechamento pode haver perda óssea metafisária, inclinação ou translação residual e mudança da altura da linha articular. Por isso frequentemente se necessita de menor, não maior, ressecção tibial na conversão para prótese total. Ressecar demais pode agravar o defeito ósseo e dificultar apoio e posicionamento do componente.
Outras dificuldades. Cicatriz, material prévio, patela baixa, alterações do ligamento colateral e discrepâncias do espaço em flexão e extensão podem exigir liberação de partes moles, implantes ou hastes adaptados. A chave é restaurar alinhamento e equilíbrio sem sacrificar osso apenas para “facilitar” a implantação.
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