Na artroplastia total do joelho valgo, o balanceamento de partes moles é obtido com
- retensionamento do trato iliotibial, do tendão do poplíteo e do ligamento colateral lateral.
- retensionamento do ligamento colateral medial.
- liberação do trato iliotibial, do tendão do poplíteo e do ligamento colateral lateral.
- liberação subperiostal do ligamento colateral medial.
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Conceito-chave
Balancear é igualar estabilidade, não apenas endireitar o eixo. Na artroplastia total do joelho, os componentes precisam deixar espaços funcionais em extensão e flexão, sem abertura excessiva de um lado nem tensão que impeça o movimento. A deformidade em valgo costuma combinar perda óssea lateral com encurtamento das partes moles laterais. O ligamento colateral medial pode estar alongado, mas sua competência varia de paciente para paciente.
O lado lateral reúne estruturas diferentes. O trato iliotibial cruza a face lateral e influencia particularmente a tensão em extensão. O tendão do poplíteo e o ligamento colateral lateral participam da estabilidade lateral, com efeito importante no espaço em flexão; cápsula posterolateral e outras estruturas também podem estar contraídas. Não existe uma sequência de liberação universal. Depois dos cortes ósseos, o cirurgião avalia onde o espaço está apertado e libera gradualmente o tecido responsável, rechecando flexão, extensão e estabilidade.
Por que não simplesmente apertar o lado medial? Se o compartimento lateral permanece curto, apenas retensionar o medial pode deixar o joelho rígido ou mal alinhado. Por outro lado, liberar demais as estruturas laterais cria instabilidade que não se corrige com mais liberação. Nos valgos graves, a avaliação do colateral medial e a escolha da restrição do implante podem ser decisivas; a correção também exige atenção ao nervo fibular pela tração durante o realinhamento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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