Na reconstrução do LCA, no pós-operatório, configura relação de causa e efeito o aparecimento de
- sinovite com a rerruptura do enxerto.
- febre intermitente com artrite séptica.
- dor posterior com a fraqueza do quadríceps.
- dor patelofemoral com a contratura em flexão.
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Conceito-chave
O problema pode ser a extensão, não o enxerto. Depois da reconstrução do ligamento cruzado anterior, um joelho que permanece alguns graus fletido em repouso e na marcha mantém o quadríceps trabalhando para sustentar o membro. Isso aumenta a carga femoropatelar e pode produzir dor anterior, mesmo quando o enxerto está íntegro.
De onde vem a perda de extensão. Artrofibrose, lesão em ciclope anterior ao enxerto, posicionamento inadequado dos túneis e reabilitação sem recuperação precoce da extensão são causas possíveis. A avaliação distingue bloqueio mecânico de rigidez difusa; não convém atribuir toda perda de extensão a uma única causa sem examinar o paciente.
Prevenção e investigação. Antes da cirurgia eletiva, busca-se controlar edema e recuperar amplitude de movimento. No pós-operatório, a extensão simétrica ao outro lado é uma meta importante, respeitando o protocolo de reabilitação. Persistência de bloqueio, derrame ou sinais sistêmicos exige investigação específica. Dor anterior também pode envolver a área doadora do enxerto, fraqueza e alterações de carga, portanto a contratura não é sua única explicação.
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