A via de acesso subvasto anteromedial do joelho preserva avascularização da patela ao poupar
- A artéria retinacular superior.
- A artéria genicular descendente.
- O ramo safeno da artéria femoral.
- A artéria genicular superior medial.
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Conceito-chave
A patela recebe sangue de um anel de artérias que a circunda, formado pelas quatro artérias geniculares (superior medial, superior lateral, inferior medial e inferior lateral, ramos da poplítea), pela artéria genicular descendente (um ramo da artéria femoral que nasce no canal dos adutores e desce junto com o vasto medial) e pela recorrente tibial anterior. Cada acesso cirúrgico ao joelho interrompe uma parte desse anel.
O acesso mais usado na prótese de joelho, o parapatelar medial, abre a articulação cortando o tendão do quadríceps e a cápsula ao lado da patela. Com isso, ele interrompe os ramos mediais, incluindo a contribuição da genicular descendente. Se, além disso, o cirurgião fizer uma liberação lateral, que corta a genicular superior lateral, a patela pode ficar com pouco sangue, aumentando o risco de necrose e fratura.
O acesso subvasto entra de outro jeito: o cirurgião levanta o músculo vasto medial pela sua borda de baixo, sem cortar o tendão do quadríceps nem o próprio músculo. Como a genicular descendente corre junto com o vasto medial, ela é preservada, assim como a força do quadríceps. As vantagens descritas são recuperação mais rápida da extensão e melhor irrigação da patela. A limitação é a exposição mais difícil em pacientes obesos, em joelhos muito rígidos e nas revisões.
O acesso midvasto é um meio-termo: divide o vasto medial no sentido das suas fibras.
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