Na lesão do ligamento patelar, o mecanismo de trauma mais comum é dado por uma contração muscular
- excêntrica com o joelho estendido.
- excêntrica com o joelho fletido.
- isométrica com o joelho estendido.
- isométrica com o joelho fletido.
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Conceito-chave
A ruptura do tendão patelar ocorre tipicamente quando o quadríceps contrai enquanto o joelho é forçado a fletir sob carga. O músculo tenta controlar o movimento enquanto seu conjunto musculotendíneo é alongado: essa é a contração excêntrica, com joelho fletido, da alternativa B.
“Contrair” não significa necessariamente encurtar. Na ação concêntrica, o músculo encurta para produzir movimento; na excêntrica, permanece ativo freando o alongamento imposto pela carga. Na isométrica, desenvolve tensão sem mudança relevante de comprimento. A questão combina o tipo de ação com a posição do joelho, e as duas informações precisam estar corretas.
O resumo descreve carga súbita do peso corporal contra o quadríceps, frequentemente em mecanismo de baixa energia. A falha não depende apenas do tamanho do trauma: microtrauma e degeneração crônica podem reduzir a resistência do tendão. Dor anterior ou tendinopatia podem anteceder a ruptura, sem serem obrigatórias em todo paciente (Rockwood, 10ª ed., cap. 60, “Quem rompe e por quê”).
Na ruptura do patelar, em geral também se perde a continuidade dos retináculos, com falta completa de extensão ativa. O defeito pode ser palpável inicialmente e ficar menos evidente com o hematoma organizado. O mecanismo orienta a suspeita, mas o diagnóstico exige testar a extensão e avaliar a imagem.
Não confunda joelho fletido com músculo relaxado. É precisamente a tentativa ativa de resistir à flexão sob carga que tensiona intensamente o aparelho extensor.
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