Na osteocondrite dissecante do joelho, o sinal de WILSON é observado com o joelho em flexão de
- 90º e rotação interna da perna.
- 30º e rotação interna da perna.
- 90º e rotação externa da perna.
- 30º e rotação externa da perna.
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Conceito-chave
O sinal de Wilson foi descrito em 1967 para a osteocondrite dissecante na sua localização clássica: a face lateral do côndilo femoral medial, a parte do côndilo que fica voltada para o centro do joelho. A ideia é provocar o contato entre a lesão e uma estrutura óssea que fica bem em frente a ela, a espinha tibial medial (a eminência da tíbia).
A manobra começa com o paciente sentado ou deitado e o joelho dobrado a 90 graus. O examinador roda a tíbia para dentro e, mantendo essa rotação, vai estendendo o joelho aos poucos. Com a tíbia rodada para dentro, a espinha tibial medial se aproxima da face lateral do côndilo medial. Por volta de 30 graus de flexão, ela encosta na lesão, e o paciente sente dor. Então o examinador roda a tíbia para fora: a espinha se afasta da lesão e a dor desaparece. Esse alívio com a rotação externa confirma o teste.
O mesmo raciocínio explica por que alguns pacientes andam com a perna rodada para fora: é a forma inconsciente de evitar o contato doloroso.
O sinal tem valor como pista, mas sensibilidade baixa: muitos pacientes com a doença têm o teste negativo. O diagnóstico depende da imagem, com radiografia em incidência de túnel (que mostra a região do intercôndilo, onde a lesão costuma estar) e ressonância, que mostra se o fragmento está estável.
A questão pergunta a posição inicial da manobra: 90 graus com rotação interna. Os 30 graus são o ponto em que a dor aparece, e a rotação externa é a manobra que alivia.
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