A ruptura do ligamento patelar ocorre com maior frequência
- na porção média
- na inserção tibial
- no polo inferior da patela
- com avulsão óssea na tíbia
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Conceito-chave
A ruptura do tendão patelar ocorre mais frequentemente na inserção no polo inferior da patela, alternativa C. Esse é o extremo proximal do tendão, que segue da patela até a tuberosidade da tíbia.
O resumo associa a predileção pela inserção à menor rigidez das fibras e à maior deformação no polo inferior. Ela é descrita como avulsão; isso não significa que sempre exista um fragmento ósseo visível. A localização da ruptura e a presença de osso arrancado são informações diferentes (Rockwood, 10ª ed., cap. 60, “Tendão patelar agudo”).
No meio do tendão, o reparo pode ser mais difícil por qualidade ruim do tecido e risco de encurtamento, com patela baixa. Na extremidade distal, junto da tuberosidade, a ruptura é a menos comum e recebe uma reconstrução adaptada ao local. O ponto de falha muda a forma de reinserir ou aproximar os tecidos.
Na ruptura completa patelar, a patela tende a subir pela tração quadricipital sem oposição; retináculos também podem estar rompidos e a extensão ativa se perder. A radiografia ajuda a reconhecer altura e fragmentos, mas a ausência de uma avulsão óssea não elimina ruptura tendínea.
No resumo da Biblioteca, compare os três níveis antes de escolher uma técnica. Primeiro é preciso localizar onde a continuidade foi interrompida; depois se planejam sutura, reinserção e proteção.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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