Na lesão da osteocondrite dissecante do joelho, a localização mais comum e a estabilidade segundo as imagens abaixo são

- porção lateral do côndilo femoral lateral, lesão estável.
- porção lateral do côndilo femoral medial, lesão estável.
- porção lateral do côndilo femoral medial, lesão instável.
- porção lateral do côndilo femoral lateral, lesão instável.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O que as imagens mostram
RM ponderada em T2 com supressão de gordura, coronal e sagital, em joelho com fises abertas (forma juvenil). As setas apontam uma lesão osteocondral no côndilo femoral medial, face lateral (junto ao intercôndilo), a localização clássica.
Estável ou instável na RM
Critérios clássicos de instabilidade (De Smet):
- linha de alto sinal em T2, com intensidade de líquido, atrás do fragmento;
- cistos na interface;
- falha na cartilagem articular;
- fragmento deslocado.
Aqui, a cartilagem está contínua e não há linha líquida circundando o fragmento, portanto a lesão é estável. Na forma juvenil, a linha de alto sinal é menos específica.
Conduta pela estabilidade
- Estável e com fise aberta: tratamento conservador, com restrição de impacto por 3 a 6 meses. Tem boa taxa de cicatrização.
- Estável que não cicatriza: perfuração (anterógrada ou retrógrada).
- Instável: fixação do fragmento (parafusos, pinos bioabsorvíveis).
- Irreparável: técnicas de restauração da cartilagem (enxerto osteocondral, mosaicoplastia).
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo