Em pacientes com osteocondrite dissecante do joelho, a marcha em rotação externa para evitar o contato entre o côndilo femoral medial e a espinha tibial medial caracteriza o sinal:
- WILSON
- SLOCUM
- McINTOSH
- DREHMANN
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Conceito-chave
A osteocondrite dissecante é uma lesão do osso logo abaixo da cartilagem, em que um fragmento de osso com cartilagem por cima vai se soltando do resto do côndilo. No joelho, o local clássico é a face lateral do côndilo femoral medial, aquela que fica de frente para o centro da articulação. O paciente típico é um adolescente ativo com dor vaga no joelho, às vezes com derrame e, nas lesões instáveis, travamento.
Em 1967, J. N. Wilson descreveu um sinal que usa justamente essa localização. Com o paciente sentado e o joelho dobrado a 90 graus, o examinador estende o joelho devagar mantendo a tíbia rodada para dentro. Por volta de 30 graus de flexão, a eminência tibial medial (a espinha da tíbia) encosta na lesão do côndilo medial, e o paciente sente dor. Quando a tíbia é rodada para fora, a espinha se afasta da lesão e a dor some.
O mesmo raciocínio aparece na marcha: alguns pacientes andam com a perna em rotação externa, de forma inconsciente, para evitar esse contato doloroso. É esse padrão que a questão chama de sinal de Wilson.
Vale saber que o sinal tem sensibilidade baixa: muitos pacientes com a lesão têm o teste negativo. O diagnóstico é feito por imagem, com a radiografia em incidência de túnel (que mostra bem a região do intercôndilo) e a ressonância, que avalia se o fragmento está estável.
Os outros nomes da questão são de testes de outras doenças: Slocum e MacIntosh avaliam a instabilidade do LCA, e Drehmann é um sinal do quadril.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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