Na luxação patelar recidivante, o ligamento patelofemoral medial é responsável isoladamente por cerca de
- 20% da estabilidade da patela.
- 40% da estabilidade da patela.
- 60% da estabilidade da patela.
- 80% da estabilidade da patela.
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Conceito-chave
O LPFM é o principal freio medial de partes moles. O ligamento patelofemoral medial liga a região do epicôndilo femoral medial à patela e limita sua translação lateral principalmente nos primeiros graus de flexão, antes do encaixe mais profundo na tróclea. Estudos biomecânicos atribuem a ele aproximadamente metade a 60% da força restritiva medial nesse intervalo; a banca utiliza 60%.
Estabilidade não pertence a um único ligamento. Retináculo medial, ligamentos patelomeniscal e patelotibial mediais, quadríceps e conformação da tróclea também contribuem. Após luxação lateral, uma lesão do LPFM é comum, mas reconstruí-lo sem avaliar displasia troclear, patela alta e lateralização da tuberosidade pode deixar fatores relevantes sem tratamento.
O ângulo de flexão muda o peso dos estabilizadores. Perto da extensão predomina a contenção de partes moles; com maior flexão, a tróclea passa a fornecer contenção óssea progressiva. Portanto, o percentual de 60% não deve ser aplicado indistintamente a todas as posições do joelho.
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