Das seguintes classificações, qual pode ser utilizada na Osteocondrite Dissecante do Joelho?
- Rockwood.
- Hawkins.
- Insall.
- Dipaola.
- Marchant.
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Conceito-chave
DiPaola classifica a osteocondrite dissecante por imagem. É um estadiamento por ressonância magnética correlacionado com a artroscopia. No estágio I, a cartilagem de cobertura está íntegra ou espessada. No II, existe brecha cartilaginosa, mas o fragmento permanece associado ao leito por tecido que produz linha de baixo sinal. No III, o hipersinal de líquido atrás do fragmento sugere separação e instabilidade. No IV, há fragmento deslocado ou corpo livre e defeito na superfície.
O que a classificação ajuda a decidir. Integridade da cartilagem e estabilidade do fragmento são essenciais para estimar potencial de cicatrização e necessidade de intervenção. Na criança, a interpretação de sinais de instabilidade na ressonância requer cautela e correlação com idade, sintomas e exame, pois um sinal isolado pode não reproduzir perfeitamente a avaliação artroscópica.
Os outros epônimos são de problemas distintos. Rockwood é lembrado na separação acromioclavicular; Hawkins, nas fraturas do colo do tálus. Insall-Salvati é relação usada para altura patelar. Merchant nomeia uma incidência axial da articulação femoropatelar. Nenhum desses nomes é a classificação pedida para osteocondrite do joelho.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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