Em relação ao ligamento oblíquo posterior:
- é um espessamento do ligamento capsular medial
- é uma das inserções do semimembranoso
- é o ligamento de Wrisberg
- é o ligamento de Humphrey
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Conceito-chave
O gabarito A identifica o ligamento oblíquo posterior como reforço capsuloligamentar medial. A alternativa B merece atenção: o semimembranáceo envia uma expansão ao complexo, mas o ligamento não se reduz a uma inserção isolada desse tendão.
O resumo separa três componentes do complexo medial: superficial, profundo e oblíquo posterior. Este último é uma estrutura própria, posterior ao superficial, com origem próxima ao tubérculo dos adutores e três braços em leque. Seu braço central reforça a cápsula posteromedial (Rockwood, 10ª ed., cap. 61, “O lado medial”).
Relação anatômica não implica identidade. O semimembranáceo possui expansões para o oblíquo posterior e para o poplíteo oblíquo. Essa continuidade ajuda a integrar estabilidade dinâmica e capsular, mas não autoriza usar os nomes como sinônimos. A expressão “espessamento capsular” da banca é mais próxima da natureza ligamentar descrita, embora simplifique sua organização própria.
O oblíquo posterior é primário contra rotação interna no resumo e participa da rede posteromedial que auxilia a contenção em extensão. Já Wrisberg e Humphrey são ligamentos meniscofemorais ligados ao corno posterior do menisco lateral, acompanhando o LCP por trás e pela frente, respectivamente.
O aprendizado é distinguir estruturas vizinhas de nome parecido: oblíquo posterior do lado medial, poplíteo oblíquo da cápsula posterior e meniscofemorais junto ao LCP. Preservar essa organização explica por que A é preferida sem ensinar que o semimembranáceo não tenha nenhuma relação com o ligamento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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