Os organismos mais comuns na infecção pós artroplastia de joelho são
- S. aureus e S. epidermidis
- S. aureus e cepas de Streptococcus
- S. aureus, S. epidermidis e cepas de Streptococcus
- S. aureus, S. epidermidis e cepas de Pseudomonas
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Conceito-chave
Quem costuma infectar uma prótese. Estafilococos são os agentes predominantes na infecção periprotética do joelho. Staphylococcus aureus pode causar quadro agudo e agressivo; estafilococos coagulase-negativos, especialmente S. epidermidis, aderem à superfície do implante e formam biofilme, com apresentação por vezes mais insidiosa. Estreptococos também são agentes relevantes, inclusive em episódios hematogênicos.
O momento da infecção ajuda, mas não identifica o germe. Infecções precoces, tardias e hematogênicas têm distribuições microbiológicas diferentes. Pseudomonas e outros bacilos gram-negativos são possíveis, porém menos comuns que os grupos gram-positivos citados. O tratamento não deve ser escolhido apenas pela frequência populacional: é preciso obter amostras adequadas para cultura, quando clinicamente viável, e considerar o estado do paciente.
Por que o biofilme muda a conduta. Bactérias aderidas ao implante tornam-se difíceis de erradicar apenas com antibiótico. Duração dos sintomas, estabilidade dos componentes, integridade das partes moles e identificação do agente orientam a possibilidade de desbridamento com retenção ou a necessidade de revisão protética.
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